Carlos Carvalhal:
«Parabéns ao Marítimo que foi um justo vencedor numa partida onde não existiram grandes oportunidades de golo. Na primeira parte ainda tivemos algumas transições rápidas e conseguimos um golo e poderíamos ter feito algo mais em outras situações. O Marítimo teve mais cantos e foi mais feliz e marcou. Na segunda parte, fizemos uma alteração que visava dar mais posse de bola e mais segurança ao nosso jogo, mas ficámos muito aquém desse objectivo.»
[Sobre a saída no final da época] «Já não é a primeira vez que tal acontece em dias de jogos. Não é fácil lidar com isso e claro que tem sempre reflexos. É sobre a equipa técnica, jogadores e temos de saber lidar com essas coisas. É um trabalho difícil, e este é mais um obstáculo que temos de ultrapassar.»
[Sobre a recompensa pedida] «Não fiz nenhum pedido para ser recompensado e até pareceu que me estava oferecer. O que aconteceu foi que me perguntaram se esperava ser recompensado e eu disse que quem trabalha diariamente em prol do clube e está de consciência tranquila pode vir a ser recompensado. Tem sido uma época atípica. A equipa caiu, reagiu e sentimos o apoio dos adeptos. E na minha modesta opinião acho que nos estamos a sair até muito bem.»
João Pereira:
«Infelizmente, o meu golo não deu para ganhar o jogo. As coisas não correram bem, há que dar mérito ao Marítimo, controlou grande parte do jogo e mereceu ganhar. At. Madrid, Izmailov? São coisas que acontecem no futebol, temos de estar preparados para isso e dar o melhor em campo. Acontece. »
Pedro Mendes:
"Queríamos manter os níveis exibicionais e de confiança do último mês, mas foi um dia não. Sofremos golos em lances em que podíamos ter feito mais e temos de o admitir. Tivemos oportunidades e não marcámos nas muitas que criámos", lamentou. Só não fomos superiores nos primeiros 15/20 minutos da segunda parte. O Veloso e o Moutinho? São excelentes atletas, mas quem jogou cumpriu. O Izmailov? Isso não nos abala, somos um grupo unido", disse.










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