Um é brasileiro; o outro é montenegrino; um é defesa-central; o outro é médio-ofensivo. Têm em comum, no entanto, a enorme devoção a Deus. Gladstone e Vukcevic exibem nos gestos mais simples toda a sua crença. Mas não só. O defensor até a tatuagens recorre para expressar a fé que sente.
“Deus é fiel”, pode ler-se nas costas de Gladstone. O jogador emprestado pelo Cruzeiro de Belo Horizonte ostenta, aliás, a mesma inscrição nas caneleiras que habitualmente utiliza. Atleta de Cristo, Gladstone faz-se acompanhar frequentemente da Bíblia, leitura que considera indispensável.
Já Simon Vukcevic, antes de cada jogo, antes de cada treino, vira as mãos para o céu e agradece a protecção divina. Foi assim também quando, no sábado, no primeiro jogo que efectuou de leão ao peito, que simbolizou igualmente a estreia no Estádio José Alvalade, marcou o terceiro golo dos verde e brancos no tranquilo triunfo averbado sobre o Lille por 3-0.
O internacional montenegrino contratado ao Saturn de Moscovo não dispensa, aliás, como a generalidade dos atletas, a habitual bênção antes de entrar e à saída do relvado. Seja em jogos, seja em treinos.
“Deus é fiel”, pode ler-se nas costas de Gladstone. O jogador emprestado pelo Cruzeiro de Belo Horizonte ostenta, aliás, a mesma inscrição nas caneleiras que habitualmente utiliza. Atleta de Cristo, Gladstone faz-se acompanhar frequentemente da Bíblia, leitura que considera indispensável.
Já Simon Vukcevic, antes de cada jogo, antes de cada treino, vira as mãos para o céu e agradece a protecção divina. Foi assim também quando, no sábado, no primeiro jogo que efectuou de leão ao peito, que simbolizou igualmente a estreia no Estádio José Alvalade, marcou o terceiro golo dos verde e brancos no tranquilo triunfo averbado sobre o Lille por 3-0.
O internacional montenegrino contratado ao Saturn de Moscovo não dispensa, aliás, como a generalidade dos atletas, a habitual bênção antes de entrar e à saída do relvado. Seja em jogos, seja em treinos.










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