RECORD – O que motivou o seu regresso ao Sporting?
JOÃO BENEDITO – A excelente postura por parte dos dirigentes do Sporting, que sempre manifestaram interesse e fizeram um esforço para que se concretizasse.
R – Qual foi a atitude do clube, excluindo a secção de futsal, durante todo o processo de negociações?
JB – Foi uma atitude fantástica, e o meu regresso só se concretizou devido a isso e ao grande carinho que tenho pelo clube. Esta é uma prova de que o Sporting e a sua direcção têm as modalidades em conta.
R – Com que motivação encara este retorno?
JB – A motivação é extrema, como nos outros anos, porque o Sporting é uma equipa muito grande e que luta por todos os títulos.
R – Assume, então, que o objectivo é o campeonato?
JB – Procurar ganhar o campeonato nacional e as outras provas em que participamos faz parte da cultura instituída neste clube.

R – O João foi uma presença assídua no Pavilhão Paz e Amizade, sempre que vinha ao País. Sentia saudades do clube?
JB – Nunca o escondi o facto de sentir um grande carinho e amor pelo Sporting. Foram 12 anos aqui, em que sempre me trataram muito bem. Estando de fora vibro ainda mais, e sofri muito com a derrota na final do campeonato.
R – Como foi ver a sua primeira final de playoff do lado de fora?
JB – Foi um jogo muito pensado de ambas as partes, típico de uma final. No terceiro encontro, o Sporting foi claramente superior.
R – Em algum momento sentiu vontade de entrar em campo?
JB – Não, quando vemos que a baliza está bem entregue... Apetecia-me era mexer no cronómetro e colocar mais golos para o Sporting! Foram momentos dramáticos para a equipa, que vivi intensamente. No final, esperei por eles em Alvalade e dei um abraço a cada um. Estavam muito tristes e emocionados.
R – Como encara a forte concorrência que vai ter na próxima temporada?
JB – Não quero falar sobre isso, iria estar a alimentar polémicas desnecessárias.
JOÃO BENEDITO – A excelente postura por parte dos dirigentes do Sporting, que sempre manifestaram interesse e fizeram um esforço para que se concretizasse.
R – Qual foi a atitude do clube, excluindo a secção de futsal, durante todo o processo de negociações?
JB – Foi uma atitude fantástica, e o meu regresso só se concretizou devido a isso e ao grande carinho que tenho pelo clube. Esta é uma prova de que o Sporting e a sua direcção têm as modalidades em conta.
R – Com que motivação encara este retorno?
JB – A motivação é extrema, como nos outros anos, porque o Sporting é uma equipa muito grande e que luta por todos os títulos.
R – Assume, então, que o objectivo é o campeonato?
JB – Procurar ganhar o campeonato nacional e as outras provas em que participamos faz parte da cultura instituída neste clube.

R – O João foi uma presença assídua no Pavilhão Paz e Amizade, sempre que vinha ao País. Sentia saudades do clube?
JB – Nunca o escondi o facto de sentir um grande carinho e amor pelo Sporting. Foram 12 anos aqui, em que sempre me trataram muito bem. Estando de fora vibro ainda mais, e sofri muito com a derrota na final do campeonato.
R – Como foi ver a sua primeira final de playoff do lado de fora?
JB – Foi um jogo muito pensado de ambas as partes, típico de uma final. No terceiro encontro, o Sporting foi claramente superior.
R – Em algum momento sentiu vontade de entrar em campo?
JB – Não, quando vemos que a baliza está bem entregue... Apetecia-me era mexer no cronómetro e colocar mais golos para o Sporting! Foram momentos dramáticos para a equipa, que vivi intensamente. No final, esperei por eles em Alvalade e dei um abraço a cada um. Estavam muito tristes e emocionados.
R – Como encara a forte concorrência que vai ter na próxima temporada?
JB – Não quero falar sobre isso, iria estar a alimentar polémicas desnecessárias.










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Assinou até 2010.
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