
O negócio não envolveu qualquer verba, mas acabou por repartir os direitos desportivos e financeiros que recaem sobre o jogador em três partes. Sporting e Recreativo dividem, em partes iguais, 80% do passe do atleta – ou seja, 40% para cada lado –, enquanto os restantes 20% ficam na posse do próprio jogador. Aliás, era intenção do até agora camisola dez verde e branco assegurar parte do negócio entre os dois clubes, o que veio a acontecer.
Este era o desfecho que se aguardava há alguns dias, tendo em conta a convergência de intenções das várias partes envolvidas no negócio. O Sporting não contava com o atleta para a próxima temporada, Carlos Martins via com bons olhos a oportunidade de jogar, enquanto o Recreativo, onde ainda milita o central Beto, por empréstimo do Bordéus, pretendia reforçar a sua linha média para a próxima temporada.
Com a total desvinculação do Sporting – ainda que o clube de Alvalade garanta 40% de uma futura transferência –, Carlos Martins termina um ciclo de quatro épocas consecutivas na equipa principal verde e branca – depois de se ter estreado em 2000/01, quando Inácio estava no comando técnico da equipa –, após vários anos também passados na formação.










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