O Sporting será apoiado no Estádio Nacional por cerca de 2.000 adeptos pertencentes a claques, entre as quais a fatia de leão pertence à Juventude Leonina.
O maior grupo organizado de adeptos afectos aos verde e brancos faz-se representar, pelo menos, com 1.300 gargantas que vão gritar bem alto desde a Superior Norte (a mesma onde, em 1996, faleceu um adepto atingido por um very-light). Mas podiam ser muitas mais já que se estima que entre 2.000 e 2.500 elementos da Juve sem bilhete vão concentrar-se em forma de protesto na Praça da Maratona poucas horas antes do pontapé de saída.
Além da “escolha infeliz da bancada” – a Juve Leo preferia ficar na Superior Sul a exemplo do que sucedeu em 2002, diante do Leixões, na última presença dos leões no Jamor –, o presidente da claque lança fortes críticas às restrições impostas pela FPF em termos de material permitido no recinto, já que as mesmas causam prejuízos não só logísticos como financeiros.
“A Juve investiu 10 mil euros para esta final. Já pagámos bandeiras, um lençol gigante e roupa específica só para este jogo. O cheque está passado, o dinheiro está perdido, portanto, vamos tentar entrar com o material à mesma”, garante Fernando Mendes, lançando uma acusação.
“A FPF quer limitar a dois bombos, um tambor e um megafone por claque. Isto é inaceitável e exigimos um tratamento idêntico ao dado a claques de outros clubes. Por exemplo, no ano passado, a claque do FC Porto utilizou um sistema de som no Jamor. Nós também temos esse equipamento e agora não o podemos usar na final da Taça. Então, porquê esta diferença de critérios?”
O maior grupo organizado de adeptos afectos aos verde e brancos faz-se representar, pelo menos, com 1.300 gargantas que vão gritar bem alto desde a Superior Norte (a mesma onde, em 1996, faleceu um adepto atingido por um very-light). Mas podiam ser muitas mais já que se estima que entre 2.000 e 2.500 elementos da Juve sem bilhete vão concentrar-se em forma de protesto na Praça da Maratona poucas horas antes do pontapé de saída.
Além da “escolha infeliz da bancada” – a Juve Leo preferia ficar na Superior Sul a exemplo do que sucedeu em 2002, diante do Leixões, na última presença dos leões no Jamor –, o presidente da claque lança fortes críticas às restrições impostas pela FPF em termos de material permitido no recinto, já que as mesmas causam prejuízos não só logísticos como financeiros.
“A Juve investiu 10 mil euros para esta final. Já pagámos bandeiras, um lençol gigante e roupa específica só para este jogo. O cheque está passado, o dinheiro está perdido, portanto, vamos tentar entrar com o material à mesma”, garante Fernando Mendes, lançando uma acusação.
“A FPF quer limitar a dois bombos, um tambor e um megafone por claque. Isto é inaceitável e exigimos um tratamento idêntico ao dado a claques de outros clubes. Por exemplo, no ano passado, a claque do FC Porto utilizou um sistema de som no Jamor. Nós também temos esse equipamento e agora não o podemos usar na final da Taça. Então, porquê esta diferença de critérios?”










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